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Akumajō Dracula X: Tsuioku no Yasōkyoku (悪魔城ドラキュラX:追憶の夜想曲 trad. Castlevania: Reminiscências Noturnas), traduzido em inglês para Nocturne of Recollection, é um drama de rádio disponivel na internet apenas em japonês que ocorre logo após os eventos de Castlevania: Symphony of the Night.

Foi originalmente parte do programa Castlevania: Radio Chronicle que foi transmitido pela rádio da Internet da Konami Station (Estaçao Konami). Foi lançado em CD em março de 2010.

História[]

Capitulo 1: Conspiração[]

A história começa um ano após os acontecimentos de Symphony of the Night em 1798, quando uma jovem foi atacada por um vampiro. Maria Renard insistiu para viver com Alucard no interior da Transilvânia, mas mesmo assim, apesar das tentativas de Maria para tentar desenvolver qualquer relação, ele não corresponde aos sentimentos dela devido ao seu sangue amaldiçoado. O dampiro tem um sonho em que encontra com Lyudmil no passado, um jovem de 22 anos que era seu servo e amigo depois de ser acusado de traição por humanos ao tentar ajudar Lisa, mãe de Alucard que foi crucificada e morta.há 350 anos. O sonho é interrompido por Maria que briga com Alucard pois ele sempre a mantém afastada e não fala sobre sí mesmo. Alucard, aborrecido com a cena de Maria, então invoca seu imp para conversar com ela e distraí-la em seu lugar, e ambos acabam insultando Maria sobre seus dotes culinários. Furiosa, ela sai da casa.

Capitulo 2: Presságio[]

Um pouco mais tarde, dois caçadores de vampiros chamados Cyril e Alexis chegam à cidade procurando criar uma misteriosa poção capaz de dizimar criaturas da noite. É revelado que o pai de Cyril pediu a Richter para matar a sua filha, mas o pedido não é concebido. Uma carta é entregue Richter. Neste, o Belmont explica Maria as mulheres estão sendo atacadas por um vampiro e as pistas a levar para a cidade onde Maria Renard e Alucard estão alojados. Ele não é suspeito de atacar os assassinos, mas sim a carta alerta que algo estranho pode acontecer. Richter fica desconfiada e preocupado com Maria, mas decide confiar em em Alucard.

Enquanto caminhava pela aldeia, Maria encontra Cyril e Alexis, que alertam sobre os ataques do vampiro misterioso, mas que asseguram. Em seguida, Maria conhece Magnus, alguém que conhece bem Alucard; a criatura alada provoca e acusa o dampiro de ser o autor dos assassitos. Maria não acredita, Magnus cria uma Ilusão em que o Filho de Drácula se alimenta do sangue de uma inocente para abalar a fé de Maria, insinuado as verdadeiras intenções de Alucard em relação a qualquer jovem. Ele avisa que ela deve ter cuidado com Alucard. Maria se prepara para lugar, mas Magnus, evita a batalha, prometendo que eles se encontrariam em breve.

Capitulo 3: Caçador[]

De volta para casa, Maria pergunta a Alucard sobre Magnus, o dampiro pergunta se ela quer saber o que realmente aconteceu, apreensiva ela recusa, pois estava abaloda pelas acusações de Magnus, ela deseja boa-noite a Alucard, que como de costume a deixa solitária. Ansiosa ela finalmente resolveu jogar cartas na manha seguinte, mas Alucard se prepara para sair em busca de Magnus com seu pequeno criado. Ela pretende se juntar, mas o dampiro se recusa, indicando o grande perigo que o incubus representa, Alucard não quer ser responsável por ela, mas Maria o lembra de que ela também é uma valente caçadora de vampiros e pode ajudar em batalha. Explodindo acaba pedindo-lhe explicações sobre as acusações de Magnus. Maria está preparada para acreditar em sua palavra, mas Alucard a ignora novamente e não diz nada. Maria finalmente sai corredo da casa, e Alucard, indiferente, a deixa partir dizendo para o seu servo que ela deve fazer às suas próprias escolhas e que estão o foco agora é buscar Magnus.

Enquanto isso, Cyril e Alexis encontram um homem para quem fazem propaganda de sua poção milagrosa. O homem fica impressionado quando os seus dois interlocutores se clamam caçadores de vampiros. Alexis, em seguida, percebe a pessoa com quem conversavam portava o chicote Assasino de vampiros e reconhece que estão falando com Richter Belmont. Richter os convence a desistir dessa carreira perigosa.

Em outro lugar, Magnus acorda Lyudmil, que anseia por sangue humano. Um flashback interrompe a cena; "Alucard and seu valete em um jardim do antigo castleva, rodeados de flores queLisa amava. Lyudmil explica ao seu mestre que os homens do país tem uma tradição de fazer coroas e oferecer-lhe a donzelas como símbolos de seu amor por eles, e até mesmo pediu-lhe para ensiná-lo a fazer.

De volta ao presente, Alucard e o Imo finalmente encontram Magnus. O dampiro questionou o de suas intenções e o segundo explica que ele só quer fazê-lo abrir os olhos à sua natureza verdadeira e cria uma ilusão na qual ele pede a ela para beber o sangue de Lyudmil, Alucard e consegue quebrar o feitiço, embora estivesse abalado. Magnus então promete reviver outras cenas do passado e parte.

Capitulo 4: Poção Mágica []

Arrependida do comportamento impulsiva, Maria quer ajudar Alucard. Ela encontra Cyril e Alexis em seu caminho e os dois homens tentam convencer-la a ir para casa. Ela finalmente revela-se como pertencente ao clã Belmont e caçadora de vampiros, mas eles tira sarro da cara dela. Maria tenta ver a poção que eles carregava, mas os homens se recusam, um jovem não tem escolha e insiste, tentando agarrar o liquido, resultando no pote caindo no chão e quebrando. Maria desmaia, sob a influência do produto liberado.

Enquanto isso, Richter Belmont visita Alucard e discute os eventos recentes o encorajando a refletir sobre as mudanças, palavras que o Alucard leva em consideração. Maria consegue chegar na casa, e Richter fica feliz em ver a boa saúde, mas pede que ele descanse mais. A jovem diz que está bem, exceto que ela não sente mais presença dos espíritos animais que costumam lhe acompanhar. Alucard diz que ela não deveria mais interferir e parte. Richter o alcança para questionar sobre suas palavras e o dampiro diz a ele que a Maria está em perigo ao seu lado. O Belmont então promete cuidar o de Maria antes de encontrar Magnus e partir. Alucard continua a busca por seu inimigo ...

Capitulo 5: Lembranças[]

Perturbado, Cyril vem ao encontro de Richter para dizer que Alexis desapareceu e ele acha que uma criatura alada foi vista em um sonho é a possível responsável. O experiente caçador de Vampiros explica que essa criatura é Magnus e decide ir procurá-lo.

Alucard e o Imp ainda não encontraram o incubo. A Richter e oCyril, eventualmente o encontram, Alexis entra na cena com Lyudmil como companhia, para surpresa de Alucard. Richter acaba entendendo que o antigo servo e amigo de Alucard que é responsável pelos assassinatos na cidade, e Cyril entende também é ele quem assassou a irmã! Ele tenta se jogar uma poção no vampira, mas o ataque é ineficaz, o que desarma o jovem. Magnus então e revela que foi quem desfez a composição da poção no sonho. Alucard questiona o incubus sobre os planos e o motivo da presença de Lyudmil.

Lyudmil atacou dos humanos enquanto Magnus enfrentou Alucard. Alucard mergulha em devaneio. Ele é transportado para a cena em que o dampiro implora Lyudimil para não morrer derramando lágrimas até que Magnus aparece e tenta fazer Alucard sucumbir ao beijo do vampiro para salvar seu servo e amigo. Lyudmil pede a seu mestre para deixá-lo morrer e lembra a vontade de proteger Lisa , lembrando ela pediu a Alucard para não odiar os homens. Magnus continua sua tortura mental n que luta com todas as suas forças para não se tornar como seu pai.

Enquanto isso, Maria está à procura de Alucard

Capitulo 6: Contra Ataque[]

A luta entre Lyudmil e Richter continua e enquanto Magnus tortura mentalmente Alucard. Maria chega ao local e tenta ajudar seus companheiros A jovem tenta ajudar o dampiro a se livrar das lembranças malignas, mas a incubo lança um feitiço. Uma aura luminosa acaba por envolver-la: Maria recupera seus poderes de convocação. Alucard se pede-lhe desculpas por tela subestimado, e ela responde que ele pode contar com ele!

Por sua parte, Lyudmil recupera seus sentidos, percebe que ele foi manipulado por Magnus e se volta contra ele, mas o incubus da um golpe ruim em retaliação. Alexis parece estar em estado crítico com Cyril impotente ao seu lado, mas pode dizer Richter destruir com garras, mas Richter consegue confrontar Magnus o enfraquecendo. Com nimigo agora enfraquecido, Belmont pede a Alucard que acabe com ele de uma vez por todas.

Lyudmil então chama seu antigo companheiro de dar seu último suspiro. Ele pede desculpas a por tudo o que aconteceu por sua culpa, enquanto Alucard pede desculpas por não ser capaz de salvá-lo novamente. Lyudmil promete que ele sempre ficará ao seu lado e eventualmente parte enquanto seu interlocutor diz adeus

Capitulo 7: Coroa de Flores[]

Richter então anuncia sua partida para seus amigos e jura retornar se necessário. Cyril e Alexis, reecuperados, se juntam a eles. Richter Belmont promete aos dois que eles vai se lembrar e que eles vão se encontrar novamente um dia para poder medir um ao outro, e então parte a cavalo. Apesar da natureza aparentemente grotesca de tal declaração, Maria sorri dizendo que Cyril e Alexis têm grande potencial e podem bem um dia superar o clã Belmont. Antes de partir para sempre, Richter pergunta a sua irmã mais nova se ela tem certeza de sua escolha, e Maria reafirma sua promessa em voz alta. O Imp pergunta se seu mestre precisa de seus serviços, mas Alucard o deixa partir para outras ocupações.

Quando todos partem, Alucard percebe que eles estão perto das flores brancas que sua mãe tanto amava. Alucard lamenta não ter aceitado a oferta de seu antigo amigo há cerca de 350 anos para aprender a fazer uma coroa de flores, e compara a frágilidade humana com o comentário de Maria sobre as flores " Alguém poderia esmagá-las se não tiver cuidado.  Elas são bem agrupados e excepcionalmente bonitas", implicando que Maria e todos humanos também são frágeis e efêmeros.

Ele então questiona Maria porque ela ainda queria ficar, e ela responde que quer estar lá para apoiá-lo porque sente que ele precisa dela, e isso é suficiente para fazê-la feliz. Então, enquanto Alucard finalmente resolve falar algo sobre seu passado, Maria responde que não deseja mais saber sobre o que passou e que prefere que ele fale com ela sobre outras coisas, como o que ele gosta de comer por exemplo para ela poder melhorar seus dotes culinários, por exemplo! Então, ele suspira profundamente, demonstrando estar aborrecido com o comentário bobo de Maria.

Personagens[]

  • Alucard, interpretado por Mamoru Miyano
  • Lyudmil interpretado por Masaya Matsukaze
  • Richter Belmont, interpretado por Shinichiro Miki
  • Maria Renard, interpretada por Miyu Matsuki
  • Magnus, interpretado por Masaya Matsukaze
  • Cyril, interpretado por Tatsuhisa Suzuki
  • Alexis, interpretado por Daisuke Namikawa
  • Imp, fiel servo demoniaco de Alucard

Informações técnicas[]

Supervisionado por Koji Igarashi com diálogos assinados por Asari Yamazaki, música de Michir Yamane diretamente do jogo de 32 bits e ilustrado por Kagero Usuba. Toda a história foi compilada em CD desde março de 2010 e dividida em sete capítulos, mas nota que o último deles (o epílogo) não foi transmitido pela internet inicialmente. O nome deste drama em portugês é Castlevania: Noturno da Recoleção (ou às vezes até Noturno da Reminiscência).


Leia as falas da Radio Novela.[]

Radio Novela Nocturne of Recollection

Arte da Radio Novela Nocturne of Recollection.


Castlevania: Nocturne of Recollection[]

Capítulo 1: Conspiração (Introdução):

Capítulo 1: Cena 1

Jovem: - Já está ficando tão tarde, eu devo me apressar para casa. Houve muitos incidentes perigosos acontecendo ultimamente também.


Jovem: -...! Quem está aí?


Homem misterioso (???): - Senhorita, o que você está fazendo aqui sozinha a esta hora da noite?


Jovem: - Eu... Tinha ficado fora por muito tempo na loja de antiquário...


Homem misterioso (???): - É isso mesmo... Pois bem, permita-me acompanhar até a sua casa.


Jovem: - Ah, não... Eu vou ficar bem... Eu posso voltar por mim mesma.


Homem misterioso (???): - Não há necessidade de ser tímida. Venha


Jovem: - Deixe... Deixe-me!


Homem misterioso (???): - Você seria tão gentil para satisfazer minha sede com seu sangue?


Jovem: (gritos e luta)

Homem misterioso (???): - Hmph, humana patética.


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Narrador: No ano de 1792 D.C., o sacerdote sombrio Shaft ressuscitou o conde Drácula. No entanto, Richter Belmont, o portador do chicote ”Vampire Killer” entrou em ação para o ocorrido.


Capítulo 1: Cena 2


Richter: - Morra monstro! Você não pertence a este mundo!


Narrador: Devido às ações de Richter, a ressurreição do conde Drácula foi impedida - mas então, quatro anos mais tarde em uma noite de lua cheia, Richter, de repente desapareceu na escuridão.


Alucard: - Esta presença... Não me diga que o castelo foi ressuscitado? O que poderia ter acontecido...!


Narrador: Alucard estava em um sono eterno para pôr fim à sua própria linhagem amaldiçoada. No entanto, ele sabia da ressurreição de seu pai, o conde Drácula, e assim se levantou contra ele.


Maria: - Por favor, espere! Você... Possui o poder das trevas, não é? Até onde eu posso dizer você parece humano, mas o que você está fazendo aqui?


Alucard: - Para... Destruir este castelo.


Maria: - Nós temos algo em comum. Eu acredito em suas palavras. Eu sou Maria, uma caçadora de vampiros. E você?


Alucard: - Alucard.


Maria: - Você é muito direto, não é mesmo?


Narrador: Alucard seguiu adiante atrás de Richter, juntamente com Maria Renard. No entanto, no final seria o próprio Richter Belmont, manipulado pelas trevas, que estaria esperando por eles no castelo.


Alucard: - Você!


Richter: (risos) - Eu sou Richter Belmont, o mestre do castelo. Dos portões do inferno, venham os meus servos!


Richter: - O meu papel chegou ao fim com a morte de Drácula... Mas meu sangue ainda deseja lutar! Se eu reviver Drácula, então a batalha vai continuar por toda a eternidade!


Alucard: - Se é isso que você realmente pensa, então que assim seja. No entanto, eu posso ver a sombra do homem que o controla.


Narrador: Alucard salva Richter, e expulsa o sacerdote negro Shaft, que o estava manipulando como fantoche. Então, finalmente, depois de 300 anos, ele enfrenta seu pai, o conde Drácula.


Alucard: Os seres humanos... Eles executaram a minha mãe que estava tentando salvar estes que estavam doentes. Apesar disso, minha mãe não tinha desejo de vingança.

Alucard: Em nome da minha mãe, eu vou te derrotar mais uma vez, Drácula! Volte para onde você veio! Tendo algo para proteger é possível superar os limites da força. Você já tinha perdido quando você perdeu seus entes queridos e deixou de amar.

Maria: - O castelo de Drácula desapareceu? Está tudo acabado agora, certo?


Richter: - É.


Maria: - Alucard! O que você vai fazer agora?


Alucard: - Este mundo não precisa desse maldito sangue que corre nas minhas veias. É melhor eu ir embora desse lugar.


Maria: Oh...


Alucard: Adeus. Nós nunca nos encontraremos novamente.


Maria: Perdoe-me Richter, mas não posso deixá-lo...


Richter: Muito bem. Este é o caminho que você escolheu. Não vá se arrepender.


Narrador: E assim, um ano passou, e a escuridão mais uma vez tentou iniciar uma conspiração.


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Capítulo 1: Cena 3


(Sonho de Alucard/Flashback)


(Há uma batida na porta)

Alucard: - Será você velho? Entre.


Homem (???): - Perdoe a minha intromissão.


Alucard: ... - Quem é você?


Homem (???): - A partir de hoje vou servi-lo, Senhor Adrian. Sou Lyudmil.


Alucard: - Então você é... Um humano. Você ainda é jovem.


Lyudmil: - Eu farei 22 anos este ano. Sou apenas alguns anos mais velho do que você, Senhor Adrian.


Alucard: - Pare de me tratar assim.


Lyudmil: - Huh?


Alucard: - "Alucard" será melhor.


Lyudmil: - Então, Senhor “Alucard”?


Alucard: - Isso mesmo.


Lyudmil: - Entendido. Vou chamá-lo por esse nome.


Alucard: - Por que um ser humano veio a este castelo? Não há nenhuma razão para você saber deste lugar.

Lyudmil: - Eu fui exilado da minha aldeia. Tentei libertar a senhora Lisa, como um criminoso.


Alucard: - O quê?


Lyudmil: - Senhora Lisa não era uma bruxa. Ela era gentil, compassiva, como uma santa. Foi a senhora Lisa que tinha salvado os meus pais de uma doença mortal.


Alucard: - Entendo... Você estava naquela vila também...


Lyudmil: - Meus pais foram executados por se relacionarem com bruxas. E depois foi com a senhora Lisa. Eu nunca vou esquecer o que aqueles humanos tolos fizeram.

Alucard: - Lyudmil, se você sente falta da minha falecida mãe, não despreze os seres humanos.


Lyudmil: - Eh?


Alucard: - Minha mãe disse que ela não detestava as pessoas. Mesmo quando ela foi traída por aqueles que ajudaram e, em seguida, sua vida foi tirada, ela ainda tentou amar as pessoas. É isso que preciso dizer a meu pai.


Lyudmil: - Senhor Alucard...


(Porta aberta)


Alucard: ...


Maria: - Oh, desculpe-me por acordá-lo!

Alucard: - É você, Maria.


Maria: - O tempo está tão bom hoje, eu pensei que deixaria algum ar fresco em seu quarto.


Alucard: ...


Maria: - Alucard... É algo que o preocupa?


Alucard: - Não, não é nada. Lembranças de quando eu costumava morar naquele castelo... Por que fez que me lembrasse delas agora...


Maria: - Mas isso parece ser que não é nada...


Alucard: - O quê?


Maria: - Por favor, Alucard... Eu estou te pedindo para falar mais sobre si mesmo! Não está dialogando apenas dizendo: "Não é nada", ou "Não tem nada a ver com você" ou "Não há necessidade!”.


Alucard: - Se você quiser alguém para conversar, então eu vou fazer algo sobre isso.


Maria: - Eh!


Imp: - Você chamou, Mestre?


Maria: - E-ei, Alucard! Você acabou de invocar seu servo Imp?


Alucard: - Faça-a companhia.


Imp: - Como quiser.


Maria: - Mas Alucard, não é disto que eu estava falando.


Imp: - Não se preocupe meu senhor! E preste atenção na sua atitude insistente! Seja grata por você mesma estar aqui!


Maria: - Sim, talvez, mas você não tem direito de me dizer isso!


Imp: - O quê?


Maria: (suspiro) - Falar com esta coisa é simplesmente irritante, então eu acho que vou para a cidade e comprar alguns alimentos.


Imp: - "Essa coisa"? Ei mulher, volte aqui!


Maria: - Ei, Alucard, há algo que você quer comer?


Imp: Por que você... Chega de sua palhaçada!


Maria: - Fique quieto! Eu não estou fazendo nenhum mal!


Imp: - E o que você pretende fazer quando ele tiver uma dor de estômago ou comendo algo que cozinhou?


Alucard: - Ele tem um ponto.

Maria: - Vocês dois... Que rude! Apenas espere, eu vou cozinhar algo realmente delicioso!


(Maria saiu furiosa, batendo a porta).


Imp: - Nossa, que mulher nervosa!


Alucard: (suspira)


Imp: - Enfim mestre, se você não precisa de mim eu vou me despedir agora...


Alucard: - Não, há outra razão pela qual eu te chamei. Recentemente, parece haver sinais de forças obscuras a princípio. Quero que você investigue.


Imp: - Como quiser. (Imp voa)


~ FIM DE CAPÍTULO ~


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Capítulo 2: Presságio


Capítulo 2: Cena 1


Diálogo entre Alexis e Cyril (Dois Caçadores de Vampiros)


Cyril: - Eu tenho certeza que é nesta cidade.


Cyril: - Você está certo. Olha! A cor da poção mudou.


Alexis: - A cor vermelha parece ameaçadora... Parece que o vampiro está realmente nesta cidade. Realmente só nós dois estamos fazendo isso?


Cyril: - Se você está com medo, vamos voltar.


Alexis: - Hmmph, eu não estou com medo. Na verdade, é assustador, se eu deixá-lo ir sozinho.


Cyril: - Alexis, eu não sou o único que tem um problema com isso.


Alexis: - Certo! Ouvi dizer que seu pai confiou o clã Belmont para atacar os vampiros.


Cyril: - Haha, hmmph, essas pessoas não sabem os detalhes, meu pai deve estar fora de seu juízo.


Alexis: - É verdade, e eu também ouvi rumores de que o caçador de vampiros Richter está pensando em se juntar a Drácula.


Cyril: - Parece que o clã Belmont não é tão poderoso, afinal. Agora eles que dependem de nós para fazermos o trabalho!


Alexis: - Sim, Cyril... Você ainda continua tagarela como sempre.


Cyril: - Haha, ainda é cedo, vamos procurar mais pistas. (Devo matar o vampiro com minhas próprias mãos! Não devo deixar que os outros sofram como fizeram a minha irmã!)


(Maria comprando mantimentos)


Maria: - Hmm... Eu ainda preciso comprar mais alguma coisa?


Vendedor: - Ei, a senhorita logo aí, que tal adquirir alguns tomates? Eles estão deliciosos quanto maduros!


Maria: - Parece apetitoso, eu levarei esse.


Vendedor: - Volte sempre!


Velha senhora: - Ei menina, que tal estas cerejas? Elas são boas para o vinho de cereja e a torta de cereja! Eles dizem que o caminho para o coração de um homem é pelo estômago.


Maria: - Mesmo? OK, eu vou pegar um pouco! Haha, Alucard não ficará satisfeito? (Imaginando Alucard falando: 'Isto não é necessário'). (Suspiro) Estamos vivendo juntos há um ano, eu gostaria que Alucard confiasse em mim... Esqueça, não adianta ficar chateada com isso. O Sol está se pondo, eu tenho que ir ao correio, melhor ir logo.


Maria: - Olá! Tem alguma carta?

Carteiro: - Sim, não sei quando foi entregue. Aqui está!


Maria: - Hmm? É de Richter. Recebi uma chamada de emergência com ele mais cedo, eu me pergunto o que aconteceu?

Carteiro: - É do seu namorado? Haha, as cartas são sempre a partir dessa mesma pessoa.

Maria: - Haha, não... Mas parece ser realmente importante.

A carta de Richter diz:

"Espero que esteja tudo bem, Maria. Eu não tenho tempo para explicar em detalhes sobre a situação de emergência por aqui. Fui contratado para caçar um vampiro.”


Maria: - "Um vampiro"?!


(Continuação) ‘’[...] Ainda é demasiado cedo para dizer, mas desde aquele incidente sobre o adolescente ser morto por um vampiro, eventos semelhantes têm ocorrido em sua cidade. A filha da minha cliente também teve o mesmo destino. Não que eu esteja suspeitando de Alucard, é só que estes incidentes têm acontecido com tanta frequência... Não podemos descartar a possibilidade de que ele é incapaz de reprimir seus instintos. Por favor, contate-me se alguma coisa estranha acontecer perto de Alucard.” (Final da carta)


Maria: - (Alucard... Não, isso não é possível! Por que ele iria atacar os seres humanos...? Mas, se não é ele, isso significa que existe outro vampiro rondando a cidade.) Eu tenho que deixar Alucard saber sobre isso!


Maria: - Sinto algo maligno!


Alexis: - Ei! Cyril!


Cyril: - Tenho certeza de que está por perto. Alexis!


Maria: - Quem é você?


Cyril: - Eu deveria perguntar isso. O que você está fazendo neste lugar deserto?

Alexis: - Melhor sair daqui o mais rapidamente possível. Parece que a criatura da noite apareceu.


Cyril: - Argh! Droga! A poção assassina de demônios parou de reagir.


Alexis: - Ele deve ter percebido a nossa presença, e escapou.


Maria: - Que diabos vocês estão fazendo?


Cyril: - Nós somos caçadores de vampiros.


Maria: - Caçadores de vampiros...?


Alexis: - É muito perigoso nesta cidade. Para sua própria segurança, senhorita, não perambule por aí por conta própria.


Cyril: - Vamos nos apressar, Alexis. Temos de atrair o vampiro.


Maria: - (Eu quero saber quem são essas pessoas... Elas não se parecem com Belmonts. Mas eles parecem ter percebido a presença maligna que eu senti agora. Eu sinto isso de novo! É tão perto...) Onde está?! Pare de se esconder, revele-se!


(Magnus aparece)


Magnus: - Hahaha...


Maria: (Suspiro)


Magnus: - Nada mal, você pode sentir a minha presença, Maria Renard.


Maria: - Quem é você! Essas asas negras...


Magnus: - Eles não são bonitos, essas asas, as garras e dentes afiados? Toda prova que eu sou uma criatura da noite.


Maria: - Então você é o único que tem atacado os humanos nesta cidade.


Magnus: - Hmmph! Por que Magnus, o Incubo sugaria sangue? Que ultraje!


Maria: - Incubo?


Magnus: - Os seres humanos são tolos e feios. Vocês humanos simplesmente existem para matarmos por diversão. Não é realmente necessário beber seu sangue.


Maria: - Chega de conversa.


Magnus: - Então você é a única que pode controlar as quatro Bestas Celestiais?


Maria: - Observação muito inteligente, mas não tenho tempo para isso.


Magnus: - Ah? HAHAHA, não me diga que Adrian tem sido subjugado por esta mulher?


Maria: - Adrian?

Magnus: - Adrian Fahrenheit Tepes. Eu sei que você prefere chamá-lo de Alucard.


Maria: - Você conhece Alucard?


Magnus: - Conhecer? Ele traiu o próprio pai, Drácula. Imagina se eu poderia usar essas garras para rasgar-lhe membro por membro e rasgar suas entranhas... HAHAHA...

Magnus: - Isso não seria divertido?


Maria: !


Magnus: - HAHA, você quer brigar comigo para proteger Alucard? Como é patética essa coisa chamada amor humano.


Maria: - Como você se atreve!


Magnus: - Não é tão patético quanto você, uma caçadora de vampiros gastar sua vida com Alucard, quão irônico é isso.


Maria: ...


Magnus: - Pense nisso, Maria, por que um vampiro manteria um humano ao seu lado?


Maria: - Aonde exatamente quer chegar?


Magnus: - Você é jovem, alegre e bonita... Que corpo puro imaculado, e justo a esse pescoço esguio... HAHAH... Consigo imaginar. Esta noite ele vai cobiçar o seu sangue... Heh Heh, Maria, você já não percebeu?

Maria: ...


Magnus: - Heh, Maria... Ele parece tão galante na sua frente, mas você nunca se perguntou no que ele fica secretamente pensando?


Maria: - (É verdade que Alucard não me diz o que está em sua mente, mas...)


Magnus: - Eu já vi com meus próprios olhos, Alucard atacar humanos e beber o sangue deles, Maria.


Maria: - Como você pode dizer isso!


Magnus: - Ele finalmente sucumbiu aos seus instintos básicos e tornara-se como o Drácula.


Maria: - Cale-se! Chega de bobagem!


Magnus: - Um vampiro quando sente o gosto do sangue humano uma vez... O sentimento é tão glorioso que será impossível para ele controlar seus desejos.


Maria: - Você realmente acha que eu vou acreditar em você?!


Magnus: - HEHEHAHA, você está pálida, Maria. Qual parte de você tem medo de Alucard?


Maria: !


Magnus: - Se você não acredita em mim, que ele revele sua verdadeira face então!

Maria: - Argh, minha cabeça dói.


(Maria recebe uma visão)


Menina (Miragem): - Socorro! Libertem-me!


Alucard (Miragem): - Fique quieta, isso vai ser rápido. Deixa-me saciar minha sede com seu sangue...


Alucard (Miragem): - Ha... HAHAHA... Sim, isso é o que eu tenho desejado... Não há necessidade de negar mais.


Maria: - O que foi isso?


Magnus: - As meninas nesta cidade não serão suficientes para Alucard. Ele afundará eventualmente suas presas nas veias macias de seu pescoço e provará a doçura...


Maria: - Basta! Convoco as Quatro Bestas Celestiais! Suzaku!


Magnus: - Então esse é o Suzaku...


Maria: - Você será seu alimento.


Magnus: - Eu não pretendo lutar aqui. Eu só queria te dizer a verdade.


Maria: - Espere aí!


Magnus: (Desaparecendo): - Nós nos encontraremos novamente, Maria! HAHAHAHA...


~ FIM DE CAPÍTULO ~

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Capítulo 3: Caçador

Capítulo 3: Cena 1


Alucard: - Magnus? Ele disse que era Magnus?


Maria: Você o conhece?


Alucard: - Hm.


Imp: - O incidente, mas isso aconteceu há 350 anos atrás. Por que trazê-lo novamente?


Maria: - O incidente? 350 anos atrás?


Imp: - Ah... Não, isso... Perdoe-me, Mestre! Eu falei por equívoco!


Alucard: - Está tudo bem.


Maria: - Alucard, o que Magnus quer? Isto tem alguma coisa a ver com o conteúdo da carta de Richter?

Alucard: - Possivelmente.


Maria: - E o incidente que aconteceu no passado...


Alucard: - Você quer saber sobre ele?


Maria: - Não, não realmente... (lembrando que Magnus disse: "Pense nisso, Maria... Por que é que um vampiro manteria um humano ao seu lado?").


Maria: - Desculpe, estou cansada hoje... Boa noite!


Maria (Para si mesma): - Eu não vou perguntá-lo, não porque eu não confio nele, mas...


(Flashback)


Magnus diz: "Alucard acabará por afundar suas presas em seu pescoço e sentir a doçura...”... É melhor eu ter uma conversa séria com ele amanhã.


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Capítulo 3: Cena 2


Alexis: - É aqui, Cyril?


Cyril: - Olha, a poção está reagindo de novo!


Alexis: - Está vermelha... Parece...


Cyril: - Parece que esta é a toca do vampiro.


Alexis: - Estou te dizendo, Cyril, é tarde agora. Vamos esperar até o amanhecer, quando os vampiros estão fracos.


Cyril: - Você se preocupa demais! Esta poção irá nos proteger contra qualquer demônio.


Alexis: - Vamos!


Cyril: - Ei espere por mim!


Lobisomem:!!


Cyril: - Rápido... Alexis.


Alexis: - É um lobisomem. Cyril... Tenha cuidado.


Cyril: - Tenho certeza, esse lobisomem é muito fácil para nós caçadores de vampiros. Vamos lá! 3, 2... Seja destruído pelo Zero Absoluto!


Lobisomem:!


Cyril: - Isso foi fácil. Disse para você, esses monstros não são páreo para nós.


(Aparição de Richter)


Richter: - Que interessante.


Cyril: - Quem é esse?


Richter: - Essa poção que você tem, não é apenas perfeita para assustar criancinhas?


Cyril: - Atreva-se a dizer isso de novo!


Alexis: - Cyril, basta. (Para Richter) Nós dois somos caçadores de vampiros. Vá embora e não nos perturbe.


Richter: - Caçadores de vampiros? Que engraçado.


Cyril: - Hey! O quê? Esqueletos... Quando eles apareceram?


Richter: - Você deveria estar mais consciente de seu entorno.


Alexis: - Olha! Cyril! Aquele chicote... Será?


Cyril: ... - O “Vampire Killer”?


Richter: - Ah? Você reconhece isso? Então vocês não são tão ignorantes, afinal.


Cyril: - Você é Richter Belmont?


Richter: - Este lugar é uma concha vazia agora, o vampiro não está mais aqui.

Cyril: - O quê? O que você quer dizer?


Richter: - É óbvio... O vampiro saiu da toca há alguns dias. Se você valoriza sua vida, eu aconselho a não mexer com isso.


Cyril: - Hey! Espera lá!


Richter: - O quê?


Cyril: - Você parece saber tanto... Por que não nos conta?!


Richter: - Você precisa do meu conselho, mas você é tão rude.


Cyril: - Corta esse papo furado! Nós somos os únicos que podem derrotar o vampiro. Você é só um pedaço inútil de lixo.


Richter: - Você está me chamando de inútil? Bem, vamos ver.


Cyril: - O quê?


Richter: - Eu vou dizer-lhe tudo se você conseguir me derrotar.


Cyril: - Uh... (Pensamento: Ele só está na minha frente, por que eu sinto algo opressivo?...).


Alexis: - Chega Cyril! Não vamos perder nosso tempo com ele.


Cyril: - Hmmph! Você está certo. Vamos, Alexis!

Richter: (Suspiro) - Não posso acreditar que eu fui provocado por esses dois caras... É melhor eu ir também.


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Capítulo 3: Cena 3


Imp: - O sol irá se pôr em meia hora, devemos ir?


Alucard: - Ele vai estar pronto e em breve... Maria?


Maria: - Alucard, existem algumas coisas que eu preciso falar sobre contigo. Você está saindo agora?


Imp: - Que irritante! Pare de xeretar os assuntos de meu mestre!


Maria: - Alucard!


Alucard: - Irei atrás de Magnus.


Maria: - Eu vou com você neste caso.


Alucard: - Não, você fica aqui.


Maria: - Por que?


Alucard: - Magnus pode te hipnotizar e prendê-la na escuridão eterna. Ele é um inimigo perigoso.

Maria: - Vamos lá, Alucard. Se eu não posso lidar com isso, por que eu escolheria me manter contigo?

Alucard: - Maria...


Maria: - Eu sou uma caçadora de vampiros, não uma mulher comum, presumo que saiba muito bem disso.


Alucard: - Eu não posso deixar nada acontecer com você.


Maria: Por que, Alucard, ontem... É que isto tem algo a ver com o incidente que aconteceu há 350 anos atrás?


Alucard: - Uh...


Maria: - Na verdade, ontem, eu queria perguntar-lhe sobre algo que não pode ser mencionado.


Alucard: - "Não pode ser mencionado"?


Maria: - Magnus me disse, que você costumava a se alimentar de sangue humano...


Imp: - Tolice! O que você está falando!


Maria: - Se não é verdade, que assim seja. Eu vou acreditar em tudo que você dizer, Alucard.

Imp: - Mestre! Por favor, permita-me colocar esta mulher rude em seu lugar!


Alucard: - Não. Deixe-nos, Imp.


Imp: - Mas Mestre...


Alucard: - O que Magnus disse era verdade.


Maria: - Ah...?


Imp: - Você não esqueceu disto!


Alucard: - Como eu poderia esquecer? No passado, eu fiz...  Alimentei-me de sangue humano repugnante.


Maria: - Ugh... Isso não pode ser verdade.


Alucard: - É verdade.


Maria: - Você não é o mesmo que Drácula! Um ano atrás, você enterrou seu próprio pai, Drácula, porque você ama os seres humanos, não é? Alucard, você está mentindo! Por que você faria uma coisa dessas! Alucard...!


Imp: - Vá em frente, Mestre.


Alucard: - Eu não posso enganar Maria. É sua escolha se quer ficar ou sair. O importante agora é encontrar Magnus.


Imp: - Sim, Mestre!

Maria: - Alucard... Por que você não negou isso...


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Capítulo 3: Cena 4


Magnus: - Abra os olhos, Lyudmil. O Sol desagradável se foi, é hora de atacar!


Lyudmil: - Sangue... Eu quero sangue.


(Flashback)

Alucard: - Lyudmil?


Lyudmil: - Desculpe-me por te acordar. Imaginei o Mestre Alucard estaria tendo um bom cochilo aqui nessa brisa.


Alucard: - Você me seguiu para fora do castelo... Se eles descobrirem, você será punido.


Lyudmil: - Mestre Alucard é o único que pode comandar a mim. Não importa o que aconteça, eu não vou sair do seu lado.


Alucard: - Prossiga.


Lyudmil: - Eu gostaria de humildemente lhe perguntar, por que você veio para este pastagem?


Alucard: - Este lugar apareceu no diário de minha mãe. Aparentemente, ela gostava dessas flores brancas.


Lyudmil: - Eu vejo... Estas flores são realmente maravilhosas.


Alucard: - Tenha cuidado ou você vai pisar nelas.


Lyudmil: - Mudando de assunto, você sabe que tipo de festival estas flores são associadas?


Alucard: ... - Festival?


Lyudmil: - Uma vez por ano, os jovens fazem uma grinalda com estas flores e apresentam às jovens para expressar seu amor.


Alucard: - Isto não foi mencionado no diário da minha mãe...


Lyudmil: - Já que estamos aqui, por que não deixar-me ensinar-lhe como fazer uma grinalda?


Alucard: - Não há necessidade.


Lyudmil: - Eu vejo... Olhe, deste ângulo, é possível ver a aldeia que nós vivíamos.


Alucard: - Você quer ir para lá?


Lyudmil: - Não, se eu voltar, vou ser condenado como um demônio. Não há lugar em que possa ir a não ser segui-lo.

Alucard: - Lyudmil... Os seres humanos retornarão à poeira eventualmente, mas eu vou viver para sempre. Em comparação com a eternidade, o meu tempo com você é curto...


Lyudmil: Mestre Alucard...


(De volta ao presente)


Imp: - Você está bem?


Alucard: - Parece que não há sentido em continuar nossa busca.


Imp: - Huh! Som de asas...


Magnus: - Bem, já faz alguns séculos, Adrian! Ou devo chamá-lo de Alucard?


Alucard: - Magnus...


Imp: - Onde você estava se escondendo por todos esses anos?


Magnus: - O mesmo para você, obviamente você que dormiu para sempre.


Alucard: - O que você fez a Maria?


Magnus: - Você se importa tanto com ela? Eu simplesmente dei-lhe um vislumbre do seu verdadeiro eu.


Alucard: - Qual é a sua motivação?

Magnus: - Não me entenda mal. Eu só quero que você enfrente o que você tem negado por tanto tempo.


Alucard: - O que... O que é isso?


Imp: - Mestre!


Magnus: - Pense no seu passado... É só olhar para ele como se fosse um lindo sonho... Beba o sangue dele, absorva o sangue do interior do corpo de Lyudmil, reviva seu instinto adormecido...


Lyudmil (miragem): - Mestre Alucard... Ahh...


Alucard (Lutando): - Argh!


Magnus: - Então você é capaz de se libertar do sonho que construí...


Alucard: ...


Magnus: - Tal como eu pensava, seus poderes estão muito mais fortes do que antes.


Imp: - Mestre!


Magnus: - Como é? Eu mostrei-lhe a pura verdade de seu passado. Você não sente saudade...? Lhe darei mais reminiscências do passado, Alucard... Você irá em busca dele.


Alucard: - Magnus!


~ FIM DE CAPÍTULO ~


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Capítulo 4: Medicina Secreta

Capítulo 4: Cena 1

Maria: - Alucard, onde você está...


Cyril: - Ei, aquela pessoa ali! É realmente você! Você não ouviu meu aviso ontem?


Alexis: - Uma série de garotas como você já perderam a vida nesta vizinhança. É melhor sair agora.


Maria: - Deixa-me! Estou procurando Alucar... Eu estou procurando por alguém.


Alexis: - Hmmph, à procura de alguém no meio da noite?


Cyril: - Você não ouviu o que disse? Deixe-nos cuidar disso, seja uma boa menina e vá para casa.


Maria: - Por favor, escutem o que eu tenho a dizer.


Cyril: - O que você quer nos dizer?

Maria: - Eu sou a caçadora de vampiros Maria Renard, do clã Belmont. Como você, eu gostaria de pôr fim as palhaçadas do vampiro nesta cidade.


Cyril: - Você é do clã Belmont? Você deve estar brincando.


Alexis: - Sim, eu nunca ouvi falar de um caçador de vampiros do sexo feminino da família Belmont.


Maria: - Vocês não acreditam em mim?


Cyril: - Mesmo que queira nos fazer acreditar que você... Olhando para seus braços delicados, você pode até mesmo usar um chicote ou espada contra o vampiro? Embora, devo dizer que o tempo de utilização de chicotes e espadas em batalha chegou ao fim. Tudo que você precisa é a nossa poção especial. Com esta poção, mesmo uma garota como essa pode se tornar uma caçadora de vampiros.


Maria: - Poção especial?


Alexis: - Deixe-a observar, talvez irá convencê-la a ir para casa.


Cyril: - Esta é a Poção Assassina de Demônios que nós inventamos!


Maria (Pensando): - Que diabos é isso? Isto parece um líquido comum, mas cheira a mal.


Cyril: - Você pode não acreditar, mas a fórmula para esta poção me apareceu num sonho.


Maria: - Sonho?


Alexis: - Não fale sobre isso, Cyril. Você vai minar a credibilidade da poção.


Cyril: - Não, isso não importa.


Maria: - Eu posso dar uma olhada nessa poção?


Cyril: - Não! Não posso deixar que você a tenha!


Maria: - Mas esta poção exala um cheiro maligno.


Cyril: - "Cheiro meligno"? Agora está condenando a minha poção?


Maria (Pensando): Eu não conheço esses dois, mas eu não deveria deixar pessoas comuns usarem essas poções malignas.


Alexis: - Cyril, vamos lá, não vamos perder tempo aqui.


Cyril: - Você está certo. Ouça-me, senhorita, você deve ir para casa imediatamente.


Maria: - Espera!


Cyril: - E agora?


Maria: - Por favor, me escute, essa poção... (pega a poção)


Cyril: - Ei, pare!


Cyril: - Olhe o que você fez! Nossa poção... Argh... O que é esta névoa?


Maria (Cobrindo a boca): - Fujam vocês dois!


Cyril: - Fugir? O que você está...


Alexis: - Olha! Cyril! A neblina está ficando escura!


Cyril: - Você está brincando comigo, esta poção é supostamente inofensiva para os seres humanos. Olha, a névoa negra está envolvendo ela!


Maria desmaia.


Cyril: - O que está acontecendo aqui? Por que é que essa poção prejudica os seres humanos? Ei, acorde!


Richter: - Maria? É a Maria! Vocês dois de novo!


Cyril: - Ah, Richter Belmont!


Richter: - O que vocês fizeram com Maria?! Maria, acorde! Maria! Maria!


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Capítulo 4: Cena 2


Richter: - Alucard? Como está Maria?

Alucard: - Ela continua em coma. Embora ela não esteja mortalmente ferida, ela ficou adormecida por dois dias seguidos. Como são os dois companheiros Cyril e Alexis?


Richter: - Eles não parecem maus para mim. Tenho certeza que irão aparecer em breve. Segundo eles, a poção não deve prejudicar Maria. Mudando de assunto, a respeito dos ataques de vampiros na cidade... O que está acontecendo?


Alucard: - Falando sobre...


Richter: - Encontrou quaisquer indícios?


Alucard: - Magnus, o incubo... Tenho a sensação de que é ele por trás de tudo isso.


Richter: - Magnus?


Alucard: - Depois de ter sumido ao longo dos séculos, ele reapareceu. Ele se aproximou de Maria, e não é por acaso que ele apareceu na minha frente.


Richter: - Entendo, este deve ser o trabalho de seu velho amigo.


Alucard: ...


Richter: - Alucard, eu confio em você, mas você tem a metade do sangue de Drácula fluindo dentro de você. Você não pode negar este fato.


Alucard: - Hm, não estou negando isso.


Richter: - Gostando ou não, as criaturas da noite estão ansiosas para que você, o filho de Drácula, desperte, e elas vão usar todos os tipos de táticas. Uma vez que você não poder refrear seus instintos, aqueles que são mais próximos a você que serão sacrificados.


Alucard: ...


Richter: - Eu tenho certeza que você e Maria compreenderam o quão perigoso será.


Alucard: - Hm...


Richter: - Devido a isso, você deve dizer claramente porquê mantê-la ao seu lado.


Alucard: - Eu vou... Isso será feito.


Richter: - Alucard! Maria, você está acordada! Melhor ter um pouco mais de descanso.


Maria: - Eu estou bem, graças aos seus cuidados. Mas o poder da poção parece real.


Alucard: - O quê?


Richter: - Qual é o problema?


Maria: - Todas... Todas as Bestas Celestes, não posso ouvi-las. Isso nunca aconteceu antes.


Richter: - Não me diga que você perdeu a habilidade de invocar as Bestas?


Maria: - É tudo culpa minha, eu subestimei os dois porque eles são seres humanos.


Richter: - Por que é culpa sua? Você estava preocupada com esses dois seres humanos com poções perigosas e deu-lhes uma advertência. Você não fez nada de errado. Não se culpe.


Maria: - Mas, eu superestimei o meu próprio poder... Se este for o caso, eu só vou ser um obstáculo para Alucard se eu ficar ao seu lado.


Alucard: - Você está certa. Você vai ser um obstáculo para mim... Eu não deveria mais ficar aqui.


Maria: - Alucard...


Richter: - Ei! Aonde você vai, Alucard? Você não me ouviu dizendo para parar?


Alucard: - O quê?


Richter: - Por que você está dizendo essas coisas de propósito para perturbar Maria?


Alucard: - Porque, como o que você disse, Richter...


Richter: !


Alucard: ... - As pessoas mais próximas a mim vão ser sacrificadas.


Richter: ... - Eu juro que vou encontrá-lo, depois que eu resolver o problema de Maria.

Alucard: Eu fiz algo de errado, Maria...


Imp: - Ah, não! Mestre Alucard!


Alucard: - O que aconteceu?


Imp: - O vampiro atacou outra menina!


Alucard: - O quê?


Imp: - Eu recebi a notícia do demônio mensageiro!


Alucard: - Vamos!


~ FIM DE CAPÍTULO ~


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Capítulo 5: O Recolhimento

Capítulo 5, Cena 1

Cyril: - Richter Belmont!


Richter: - Cyril, está surpreso em me ver? Há algo acontecendo?


Cyril: - Não! Alexis desapareceu!


Richter: - Desapareceu?


Cyril: - Na noite passada, um demônio de asas negras invadiu o meu sonho e me disse que se eu quero salvar Alexis, eu tenho que ir para a capela da vila. Quando acordei, Alexis se foi.


Richter: - O que você disse? "Asas negras"? Magnus, o Incubo!


Cyril: - Espere! Leve-me junto!


Richter: - Você só iria ficar no caminho. Vá esperar em casa. Vou pensar em algo.


Cyril: - Eu não posso! Alexis é um amigo importante para mim! Eu não posso abandonar o meu amigo!


Richter: Suspiro... - Você fala como um adulto, mas você não age como um. Ouça, você tem que depender de si mesmo para sua própria segurança.


Cyril: - Eu não preciso de você pra me lembrar!


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Capítulo 5: Cena 2

Alucard: - Ele está, de fato, nessa capela em ruínas.

Imp: - Se é este lugar, o crucifixo que é temido pelos mortos-vivos não está aqui.


Alucard: - Não importa o que, nós temos que dar uma olhada dentro primeiro.


Imp: - Mestre, as escadas estão quebradas em muitos lugares. Por favor, tenha cuidado!


Alucard: - Magnus, onde está você?


Imp: - Há alguém!


Richter: - Alucard!


Alucard: - Richter? Por que neste lugar?... Quem é essa pessoa com você?


Richter: - Ele? Ele se autoproclama um caçador de vampiros.


Cyril: - Não autoproclamo! Eu sou um caçador de vampiros genuíno! Eu destruí... Vampiros... Com minhas mãos.


Richter: - Eu sei, eu sei, eu vou considerar.


Cyril (para Alucard): - Você é um caçador de vampiros também?


Alucard: - Não, mas...


(Alexis aparece)

Alexis: - Aaah...


Cyril: - Alexis!


Alexis: - Aaah... Corra, Cyril!


Cyril: - O que aconteceu? Quem fez isso com você?


Imp: - Mestre! Quem é esse?


Alucard: - Hm, não pode esquecer-nos do que viemos a procurar...


Lyudmil: - Mestre Alucard, tem sido um longo tempo. Parece que todos estão aqui.


Alucard: - Lyudmil, é você?


Richter: - Outro velho amigo seu?


Alucard: - Hmm... Alguém que costumava trabalhar para mim. Mas agora...


Lyudmil: - Mestre Alucard me deu a vida eterna, e agora eu ressuscitei.


Richter: - Sobre o que é isso tudo?


Alucard: - Lyudmil... Não me diga que você foi a pessoa por trás de tudo isso?


Richter: - Você quer dizer que aquele vampiro que tem atacado as meninas nessa área?


Lyudmil: - Ataque? Isso soa horrível. Nós, a raça superior, estamos apenas exercendo nossos direitos assim como os seres humanos que comem carne animal.


Alucard: - Por quê? Por que você fez isso?


Cyril: - Seu desgraçado, minha irmã... Você atacou minha irmã!


Richter: - Controle-se, Cyril!


Cyril: - Richter! Eu te disse! Eu sou um caçador de vampiros genuíno! Eu matei minha irmã, que foi transformada em uma vampira, com minhas próprias mãos!


Richter: - Você...


Cyril: - Olha! Este é o meu poder!


Richter: - Pare com isso! Você não é páreo para ele!


Cyril: - Morra! Zero Absoluto! ... O que foi? O que aconteceu? Eu falhei?


Magnus: - HAHA... Não vai funcionar, porque a pessoa que lhe deu a fórmula da poção em seu sonho... Era eu!


Cyril: - O quê?


Alucard: - Magnus...

Magnus: - Era também parte do plano de selar os poderes daquela mulher que invoca Bestas. Isso é muito poder para um ser humano.


Alucard: - Você controlou Cyril e usou o poder de Maria...


Cyril: - Não me diga... Que o sonho... Como pude ser tão estúpido!


Alucard: - Magnus... O que você quer? Porque o Lyudmil está aqui?


Magnus: - Heh... Por que você não pergunta ao Lyudmil por si mesmo?


Lyudmil: - Mestre Alucard, como um vampiro que recebeu a vida eterna, eu finalmente entendi que não vale a pena viver como um ser humano fraco e pecador.


Alucard: - O quê?


Magnus: - De fato, Lyudmil. Os seres humanos queriam matá-lo em sua raiva... Como você pode esquecer isso.


Lyudmil: - Sim, Mestre Magnus. Devo me vingar destes seres humanos detestáveis.


Alucard: - "Detestáveis"...? O que você tem feito com Lyudmil?


Imp: - Mestre, não pergunte mais! Isso é uma armadilha!


Magnus: - Cale-se!


Imp: - Aah...


Magnus: - Imp, você sabe demais, então eu tenho que te fazer calar a boca. Certo, Alucard, ele não é mais o Lyudmil que você costumava conhecer. Você afundou suas presas nele, e assim ele se tornou um demônio que odeia os seres humanos por toda a eternidade.


Alucard: ...


Magnus: - Eu posso ver sua confusão. Venha Alucard, podemos começar?


Cyril: - Ah...  Arhhh !!!!!.


Magnus: - Lyudmil.


Lyudmil: - Hum! Você acha que pode me derrotar com isso?


Cyril: - Ele a bloqueou com as mãos! Que forte...


Magnus: - Lyudmil, vou deixá-los para você.


Lyudmil: - Deixe-os com o teu servo, mestre Magnus.


Magnus: - Todos! Deixe o poder de Drácula criar fissuras no interior de sua alma, fazendo uso das memórias de seu fiel Lyudmil, para influenciar Maria!


Alucard:!


Magnus: - Deixem estas garras afiadas rasgarem a alma interior! Uau! Isso mesmo! Sinta o poder de Magnus!


Alucard: - Magnus!


Magnus: - Hahaha... Pare de resistir. É só uma questão de tempo, porque é impossível negar a verdade! Venha, cumpra o destino de seu sangue, torne-se meu boneco. O Castelo de Drácula deve reerguer novamente!


Alucard: - Ugh... Arghh...


Richter: - Alucard!


Alucard: - Richter...


Richter: - Não seja influenciado por Magnus!


Alucard (Ainda lutam): - Argh...


Lyudmil: - Richter Belmont, por favor, não fique no caminho do Mestre Magnus.


Richter: - Alucard!


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Capítulo 5, Cena 3

(Flashback)

Imp: - Mestre, rápido! Nós vamos ser descobertos pelo povo da aldeia.


Alucard: - Por que está aqui sozinho? Você sabe que é impossível! ... Lyudmil! Logo aqui!


Lyudmil: - Mestre... Alucard!


Alucard: - Por quê? Por que você está de volta nesta aldeia?


Lyudmil: Eu não sei... Quando eu vim, percebi encontrei-me aqui...


Alucard: - Lyudmil! Não morra!


Magnus: - Então você chorar lágrimas? Estou surpreso.


Alucard: - Magnus! Por que você está aqui?


Magnus: - Para trazer de volta a este homem que deixou o castelo sem permissão. É uma pena. Lyudmil... Vai morrer.


Alucard: - O quê?


Magnus: - O que há para se sentir triste? Para que são suas presas?


Alucard: ... - Tornar Lyudmil um vampiro?


Magnus: - É melhor ser rápido, ou será tarde demais. Qual é o problema? Basta afundar seus dentes em suas veias e chupar seu sangue tanto quanto deseja...

Lyudmil: Por favor, pare... Mestre Alucard! Por favor, deixe-me morrer assim.


Alucard: - Lyudmil?


Lyudmil: - Agora eu posso entender os sentimentos da Senhora Lisa. Senhora Lisa queria proteger seu coração, a parte de você que é humana. Eu odiava... Os seres humanos. Que tolice minha... Ah...


Alucard: - Lyudmil!


Lyudmil: - Mestre Alucard redimiu a minha alma... Você é um ser humano, não odeie os seres humanos...


Alucard: !


Magnus: - HAHAHA... Mesmo com sua força principesca, você é apenas uma criatura patética, você está cheio de falhas! Por muito que você não me deseje manipular você.


Alucard: - O que você está fazendo? Pare!


Magnus: - Vá, beba o seu sangue, desperte o seu instinto interior... Obedeça ao destino de sua linhagem!


Lyudmil: - Mestre Alucard, por favor, pare. Não importa o que, por favor... Deixe-me morrer com honra...


Alucard: - Argh... Meu corpo está quente...


Magnus: - Você quer o sangue não é? A sede irresistível... Sim, isso mesmo, aprecie o sangue humano! Deixe-me despertar os seus instintos adormecidos! Continue o legado do lorde!


Lyudmil: - Ahh...


Magnus: - HAHA. HAHAHAHAHA... Ouça, Conde Drácula! Esses gritos torturados! O som do sangue fresco que brota! Seu servo Magnus conseguiu finalmente a sua missão! O único a continuar a linhagem do senhor não deve ter sentimentos humanos! Arrematar o seu antigo eu e renascer! Tornar-se um vampiro de verdade!


(De volta ao presente)


Maria: ... - Não aqui. (Pensa: quando eu corria atrás de Alucard a um ano atrás, eu jurei a mim mesma que não importa o quê, que confiaria em Alucard e o apoiairia... Me desculpe, Alucard. Perdoe-me por ser a única que o hesitou... Não importa o que aconteceu no passado, não importa o que aconteça no futuro, eu não vou ser confundida outra vez!)


~ FIM DE CAPÍTULO ~


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Capítulo 6: Contra-Ataque

Capítulo 6: Cena 1

Richter: - Esse cara tem a vantagem em termos de velocidade.


Lyudmil: - Isso é porque é a minha vez de atacar. Vamos, todos os nossos demônios!


Richter: - O quê? Morcegos? Ah, não... Parece que não podemos lidar, há muitos deles.


Magnus: - Nada mal, Lyudmil.


Alucard (ainda lutam): - Argh... Argh...


Magnus: - Nesse caso, é hora de acabar com isso, Alucard... Este humano, que foi triturado por estas garras afiadas, perderá sua mente e se tornará um cadáver ambulante... Sinta do meu poder máximo!


Alucard: - Ugh Argh ... .. Aaaargh !!!!!


Maria: - Alucard!


Magnus: !


Maria: ...


Magnus: - Maria? Droga!


Maria: - Eu nunca... Deixarei você ganhar!


Magnus: - Hmph! Você quer proteger Alucard quando você não tem sequer a capacidade de invocar as Bestas? Como é divertido. Vamos ver quanto tempo você pode durar.

Maria: - Ahhhh...


Alucard: - Argh...! Maria! Saia da frente!


Magnus: - Morra!


Maria: - (gritos)


Magnus: - O que está acontecendo? Esta luz! Huh... Vem da mortiça Maria!


Richter: - Uma luz emitindo do corpo de Maria...


Magnus: - Eu tinha certeza que havia selado os seus poderes. Por que isso está acontecendo?


Richter: - O poder dos Quatro Bestas Celestiais!


Maria: - Hmm... Eu posso ouvi-los, as vozes das Bestas.


Alucard: Ugh... Você está bem, Maria? Eu sinto muito...


Maria: - Eu... Enfim... Sou de alguma ajuda para Alucard...


Alucard: - Maria...


Maria: - Eu estou... Bem... Fiquem atrás... Eu vou ajudá-los...


Lyudmil: - Argh! O que eu fiz...? Eu estive sob o controle de Magnus...


Magnus: - Impossível! Como isso pode ser...? A alma interior de Lyudmil deveria ter sido destruída... Mas reviveu!?


Lyudmil: - Magnus, eu não vou permitir que você continue suas atrocidades! Vamos, demônios!


Magnus: - Huh... Lyudmil, você não morreu totalmente! Agora você deve morrer de novo!


Lyudmil: - Ahhhhhhhhhhh!!


Alucard: - Lyudmil!


Lyudmil: ...


Magnus: - A praga irritante está aqui. Alucard, desta vez, será verdadeiramente e completamente esmagado pelo meu poder!


Alexis: - Cyril, ele está usando suas garras...


Cyril: - Alexis, eu sei! Richter! As garras! Destrua as suas garras!


Richter: - Huh?


Cyril: - Seu ataque espiritual ressoa de suas garras! Destrua-as!


Richter: - Entendo... Eu compreendo agora. Magnus saboreie o poder do chicote sagrado, o “Vampire Killer”. Queime!


Magnus: Ahhhhh... As minhas garras!


Cyril: - Ótimo! Está funcionando!


Alucard: - Seu plano falhou... Magnus.


Richter: - Alucard!


Magnus: - Ah... Vocês...


Alucard: - Você não deve mais envenenar as mentes dos seres humanos.


Magnus: - Silêncio! Chega! Calem a boca! Seu bando de insetos!


Alucard: - Richter.


Richter: - Alucard, certo. Acabe com ele.


Alucard: - Obrigado.


Magnus: - HA! HAHA! Você sozinho, acabar comigo? Alucard!


Alucard: - Você pode terminar sua pretensão agora. Venha, Magnus. Vou lhe dar uma morte que é apropriada para você.


Magnus: - Ugh... Ugh... HAHAHAHA! Você vai ser o único a morrer, Alucard!


Alucard: - É tudo isso que você é capaz de fazer, Magnus?


Magnus: - Pare com essa bobagem! Alucard! Ohh... Haaaar. Aaahh... Haha... Haha... Haha! Meu corpo foi perfurado por você, vai explodir em chamas, e você vai queimar junto comigo!


Alucard: - Pena... Você será o único a queimar em cinzas. Queime com as chamas do mundo inferior...


Magnus: - Waaa! Harr... Haahahahhahaheheheh! Eu estou queimando... Vou queimar até que não reste nada... Haha! Este é o mesmo, o mesmo que Conde Drácula... O mesmo poder! Hahahahah! Hahahaha! Hahahahah! HA HA HA...


Lyudmil: -  Mestre Alucard...


Alucard: - Lyudmil...


Lyudmil: - Estou profundamente arrependido. Seu servo Lyudmil... Tinha se tornado involuntariamente uma ferramenta ao Magnus. Se não fosse pelo poder da senhorita Maria, eu teria... Ah!


Alucard: - Lyudmil me perdoe. Como seu Mestre, eu não consegui te salvar duas vezes. A primeira vez, quando você era humano, e agora, quando você é uma criatura de escuridão.


Lyudmil: - Não se culpe Mestre Alucard. Agora, eu posso finalmente estar diante de você com um coração humano. Embora séculos passaram, eu posso novamente, ter um coração humano. Eu abandonei a humanidade, e não sei se ainda mereço o perdão de Deus...


Alucard: - Lyudmil...


Lyudmil: - Mestre Alucard, eu sempre estarei aqui, sempre... Em algum lugar perto de seu coração.


Alucard: - Sim, nós nos encontraremos novamente. Adeus, Lyudmil, meu amigo.


~ FIM DE CAPÍTULO ~


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Capítulo 7 (Final): Grinalda

Capítulo 7: Cena 1

Richter: - Vamos nos separar aqui. Não há necessidade de me mandar embora.


Maria: - Nesse caso, adeus.


Richter: - Alucard, eu estou indo para casa agora, mas se algo acontecer com Maria ou consigo, eu vou correr até aqui, logo que eu puder.


Alucard: - Certo.


Cyril: - Hey!


Richter: - Hmm? Olha quem está aqui.


Cyril: - Você finalmente nos alcançou.


Richter: - Qual é o problema? Mais confusão?


Alexis: - Sim, antes de deixar esta cidade, Cyril tem algo importante para falar com você.


Richter: - Falar comigo?


Cyril: - Escute Richter. Minha experiência falhou nesse momento porque eu estava sem sorte.


Richter: - O quê?


Cyril: - Quanto a essa partida para determinar quem é o verdadeiro caçador de vampiros, vou me lembrar disso até nos encontrarmos de novo. Certo, Alexis?


Alexis: - Sim, da próxima vez vamos nos encontrar  em algum lugar onde possamos mostrar a nossa força total.


Richter: - De novo não...


Maria: - Esses dois não podem ter amadurecido, mas no fundo eles são excelentes caçadores de vampiros. Eles ainda podem nos ultrapassar um dia.


Richter: - Deus, quem sabe. Tudo bem, eu tenho que ir. Maria...?


Maria: - Qual é o problema?


Richter: - Você tem certeza que está bem assim?


Maria: - Não vou me arrepender da minha decisão. Eu quero ficar com Alucard.


Alucard: - Maria...


Maria: - Está tudo bem. Não importando o que aconteça, eu nunca me perderei.


Richter: - Eu entendo... Eu compreendo agora. Adeus, Maria.


Maria: - Não se esqueça de me contatar.


Richter: - Cuide-se.


Imp: - Mestre, aguardo as suas ordens.


Alucard: - Eu te digo quando eu precisar de sua ajuda. Obrigado pelo seu árduo trabalho.


Imp: Não seja por isso. Deixe-me saber quando você precisar da minha ajuda, não importa o que seja.


Alucard: (Suspiro) - Ah...


Maria: Alucard, o que está errado... Por que você está suspirando?


Alucard: - Não, não é nada.


Maria: - Deve ser por causa dele.


Alucard: - "Dele"?... Lyudmil?


Maria: - Gostaria de saber se havia alguma maneira de salvá-lo naquela época.


Alucard: Não...


Maria: - Alucard?


Alucard: - Maria, você já viu essas flores brancas?


Maria: - Hmm? Estas flores são realmente encantadoras. Vejo que elas estão florescendo em toda parte. Pode-se esmagá-las se não for cuidadoso. Elas estão fortemente agrupadas e excepcionalmente belas.


Alucard: - Assim como vocês, humanos.


Maria: E isso inclui você e eu, não é?


Alucard: - Hmm, você está certa, eu acho.


Maria: - Vamos reunir algumas e trazê-las de volta. Talvez sua beleza possa animar as ruínas.

Alucard: - Grinaldas brancas? Eu deveria ter dito "sim" quando você ofereceu para me ensinar como fazê-las...


Maria: - O quê?


Alucard: - Maria...


Maria: - Hmm?


Alucard: - Por que você decidiu ficar?


Maria: - Talvez eu pense demais, porque eu sinto que você precisa de mim.


Alucard: - O quê?


Maria: - Eu estou contente, enquanto eu posso estar perto do seu coração e continuar a viagem juntos. Se eu posso ser o seu pilar de força sempre que você precisar de mim. Eu estou bastante feliz.


Alucard: - Maria...


Maria: - Espere Alucard.


Alucard: - Maria, há algo que eu quero te dizer, algo sobre o passado.


Maria: Alucard... Obrigada, mas não fale apenas sobre o passado, por favor, fale sobre outras coisas.


Alucard: - O que você quer saber?

Maria: - Como... Todos os tipos de coisas. Por exemplo, que tipo de comida você gosta, e que tipo de comida que você odeia.


Alucard: - Isso é bobagem.


Maria: I-sso não é bobagem! Então você quer dizer que você me quer para preparar a mesma comida todos os dias?


Alucard: - Ahh...


Maria: - Não! Sem truques! Não ouse chamar o Imp!


Alucard: - Eu não fiz nada.


Maria: - Nós temos bastante tempo hoje. Não vou deixar você fora, Alucard!


FIM

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